sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Um Mimo



Queridos Amigos

Quase na véspera da passagem para um novo ano partilho convosco as palavras dirigidas a uma colega pelo seu filho, que de tão belas e doces, pedimos e obtivemos autorização para publicar.

2017, Ano de Luz, de mimo e de paz

Bem- Hajam



"Pudesse eu não ter limites, pudesse ter a capacidade de gerar e dar do tamanho do sonho e oferecia paz e mimo
Na verdade, a paz é o chão que nos permite aceder à felicidade
O mimo é o momento de gozo dessa felicidade
E, porque é no confronto do silêncio genuíno da ordem (que a paz nos dá) e do som melodioso de um “gosto de ti” (que tanto enche o coração) que a felicidade se constrói
Fica o desejo de um feliz Natal e um bom ano de 2017… cheio de paz e mimo!"

Abraço amigo

José Filipe Fontes

domingo, 11 de dezembro de 2016

À minha Mestre


Mestra do Coração
As visitas à minha Mestre são espaçadas por ciclos de tempo mais ou menos longos, mas tão só o necessário para qualificar este elo singular que está presente na forma como sinto, e tento vivenciar o meu percurso pelo Reiki.
A história milenar da filosofia e da metafisica, descreve-nos o relacionamento entre os mestres e seus iniciados de uma forma e num contexto que se foi perdendo no tempo.
Pela via do Oriente, Egipto, China, India, Japão, ou pela do ocidente, onde predominava a velha Grécia, a ponte era de respeito, afectiva, e exemplificativa, entre os que ensinavam e os que aprendiam. Tornava-se num inconfundível selo primaz qualitativo do ensino, e conferia aos aprendizes os “genes” da maestria.
Com a minha Mestra aprendi a diferença entre instrutor e mestre, muitos podem ser instrutores, poucos são os que trabalham para serem Mestres.
Um mestre não se imprime num diploma, mestre é um atributo que cresce e se afirma juntamente com o grau consciencial de cada praticante. Não é um título académico mas uma insígnia viva, impressa no coração daqueles que são orientados por um Mestre.
Mas voltando às minhas visitas, absorvi com gratidão cada minuto, mente aberta e atenta, pois sei que a visita ao nosso/a  Mestre é sempre mais uma passagem de testemunho, as pérolas estão lá, escondidas na conversa amena.
Elas foram aparecendo e eu registei a sua sabedoria:
“ a espiritualidade é sobrevalorizada e enfeitada”

“a espiritualidade nada mais é que aplicar todos os belos conceitos teóricos na prática do dia-a-dia, senão não tem valor algum”

“ que ninguém se engane, a espiritualidade é algo continuado no que fazemos, dizemos ou pensamos, é trabalho árduo, muito árduo…”

À Maria Emília Carmelo Caldas...Mestra querida, a minha gratidão


Maria Adelina

sábado, 10 de dezembro de 2016

Que dizer? Apenas gratidão, gratidão...



Caros Colegas

Hoje é mais um dia em que a gratidão aflora, singela, plena de esperança de que o futuro é possível


Esta manhã tivemos o privilégio de efectuar a Iniciação ao ReiKi a mais três colegas, crianças em idade, especialíssimos seres, almas antigas.

Carolina (13 anos) - José Maria (12 anos)  - Leonardo (12 anos), bem-vindos à nossa família Reikiana, obrigada pela vossa escolha, e pelo que connosco partilharam.


Namastê



quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Testemunhos - António Mendes - 8º Encontro de ReiKi





Olá amiga só agora tive um pouco de vontade para ver e ler algo. Pelos testemunhos e ambiente tenho a certeza ter sido um dia óptimo e feliz, quis o destino não ter estado fisicamente e honestamente tentei estar convosco na hora de meditação mas a febre só dava para dormitar. Espero que estas palavras sejam o início das melhoras. Um obrigado por todo o  carinho e amor que em todas as iniciativas coloca. Que o criador continue a dar-lhe a força para ajudar a abrir o caminho de cada um….”


António Mendes


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Graça Amorim - Testemunhos - 8º Encontro Anual de ReiKi


…A mensagem que tentei passar é de uma reacção que passa por o nosso interior se pacificar, embora isso não diga que devemos aceitar tudo, a tranquilidade e pacificação não é para mim sinónimo de fragilidade ou de passividade mas de uma prova imensa perante o exterior. Tal como foi dito por muitos presentes é uma atitude que o Budismo e Cristo nos passaram mas que é difícil praticar.
Ontem lembrei-me de uma frase que o meu sogro que era médico, me dizia quando se encontrava entre nós: “- Ainda bem que sentimos dor, porque esta é um alerta do nosso organismo, é uma campainha que dá sinal de alarme para algo que não está bem e nos permite actuar para debelar o mal, a pior situação é quando não sentimos dor e o mal avança silenciosamente. “ e pensei que a percepção da dor até na dita medicina convencional é semelhante à visão Reikiana, mas cingindo-se apenas ao campo fisiológico.
Eu emocionei-me porque este assunto sempre esteve dentro de mim como um grãozinho que me impedisse de me sentir totalmente entregue ao universo, porque era um assunto que me escapava, que era tabu sempre que o tentava abordar, e senti que me pacifiquei através desta percepção, obrigada.
 Eu gostei muito do Encontro, acho que as partilhas abordam temas muito actuais e como refere, a visão de muitos é mais uníssona o que revela uma maturidade grande que admito seja resultado de estudo e de reflexão, é bom ver esse caminho também ao nível de cada um e do grupo.

Graça Amorim



Marta Sobral - Testemunhos - 8º Encontro Anual de ReiKi



Quanto ao encontro deste ano, embora todos os anos saiamos com a grata e confortante sensação de que “este ano foi o melhor”, a verdade é que partilho o sentimento do nosso colega Jorge e senti que o encontro deste ano foi o mais especial de todos. 
 Começamos com um “murro no estômago”, sem palavrinhas mansas, que foi ao fundo das nossas inquietudes, inseguranças e medos. Um apelo directo, sentido e brutal, tal como aqueles grilhões que nos aprisionam no dia a dia, para que assumamos um compromisso de alma, assente no Respeito pela partícula de Infinito que existe em cada um de nós, assumido em cada opção que traçamos para as nossas vidas, nas suas mais variadas vertentes. 
Ouvimos um estridente apelo para vencermos o Apego ao Medo, que nos fez estremecer as entranhas, o coração palpitar e uma coragem desconhecida a surgir nesse turbilhão, resumido nesta questão tão simples: O que é que farias ou mudarias na tua vida, se não tivesses Medo? A resposta a esta questão ecoará a velocidades distintas em cada um de nós, mas estou certa que, no silêncio das nossas inquietações dos dias seguintes, a equação para chegar ao resultado final já começou a ser traçada.
Se o caminho “para a” ou “da” felicidade pode ser traçado em função dos passos que cada um é capaz de dar, ou das limitações que cada um é capaz de reconhecer e aceitar transcender, só o respeito pela nossa essência, a coragem de ouvirmos o coração e fazer dele  o farol que nos ilumina nos passos da vida, nos permitirá traçar o nosso caminho, que se faz simplesmente caminhando, passo a passo, numa cadência em que de uma vez por todas somos chamados a  assumir a patente de “capitães do nosso destino”: aceitando Servir, mas sem subserviência!
 Todo o Universo nas suas mais distintas manifestações conspira a nosso favor, emitindo uma vibração de mudança. Da Era de Peixes, onde navegamos livremente no oceano das nossas opções, iluminadas pelo Sol que nos fez sentir o Apego da Individualidade, somos chamados a viver  na Era de um Aquário, com paredes de vidro moldadas pela disciplina e rigor de Saturno, onde as consequências das nossas acções serão reflectidas e limitarão os nossos movimentos, que já não seguem livres no oceano,  não por força de um castigo emanado de Universo impiedoso, mas na justa medida da responsabilidade individual, moldada pela sábia engenharia do Universo onde tudo tem retorno.
 E conscientes do início deste novo ciclo de Responsabilidade, bem como da necessidade de enfrentarmos as circunstâncias que nos limitam neste plano, tornamo-nos mais serenos perante a dor, que é inevitável, tentando cada dia, passo a passo, optar por fintar o sofrimento. A dor, como qualquer limitação, só se vence enfrentando-a, aceitando-a e transcendendo-a, percebendo porque razão ela se manifestou na nossa vida. E uma vez aceite e percebida, deixemo-la ir, para que não fiquemos presos no sofrimento. É difícil? É. Impossível? Não. Consegue-se passo a passo, num caminhar cada vez mais seguro, em que as dúvidas se aquietam perante testemunhos de outros caminhantes, dos quais o mais tocante é o de uma Mãe Coragem, dado pela força do seu exemplo, que torna toda e qualquer palavra desnecessária.
 Urge assim que nos deixemos embalar pelos ventos que trazem a mudança, que a Intenção com que impregnamos  a pegada que deixamos marcada no Cosmos, pela nossa acção de cada instante, seja marcada por uma vibração em harmonia com a energia do Cosmos, do Infinito que existe em cada um de nós, para que assim, um dia, em harmonia com essa energia, possamos voltar às estrelas de onde todos viemos um dia: não sei que passos darei para alcançar esse destino ou quanto tempo ainda demorarei,  mas estou certa que o caminho se faz nessa direcção, o que me traz uma inesperada serenidade perante o fim inevitável de cada etapa neste plano.

 Marta Sobral


Lara Rodrigues - Testemunhos - 8º Encontro Anual de ReiKi



“…Estou muito grata por ter participado e partilhado este encontro, que bem que sabe levar um “abanão” de amor e motivação.

Desejo que este permaneça nos meus pensamentos, palavras e acções e que de alguma forma possa contribuir para a sua expansão.”

Obrigada, beijinhos


Lara Rodrigues


Fernando Teixeira - Testemunhos - 8º Encontro Anual de ReiKi



“…sei que tenho muitas dificuldades em falar para tantas pessoas, ainda por cima, com uma sabedoria difícil de alcançar. Mas pegando nas palavras do José Micard, (que foi uma excelente partilha) fui eu próprio, com as minhas limitações verbais, mas com muita coisa boa para descobrir no meu eu e outras das quais já tinha e sou muito grato por isso.
Quero evoluir, pois já noto diferenças, positivas, muito graças ao grupo fantástico, que tenho tido a oportunidade e o prazer, de nestes últimos meses, poder colaborar. A todos eles um muito obrigado.
Posso confessar, que alguns deles, já os sinto como se os conhecesse há muitos anos.
Foi um dia maravilhoso e especial, gostaria de ter partilhado mais, mas na hora, só sai o necessário.
Parabéns pela iniciativa e obrigado pelo carinho e simpatia que tem por todos nós”

Um grande e maravilhoso Abraço.

Namastê 

Fernando Teixeira 


Jorge Fernandes - Testemunhos - 8º Encontro Anual de ReiKi



…”Mais um maravilhoso en(re)contro de pessoas lindas.
Foi o melhor de todos (para mim), ainda estou zonzo. A dor e o sofrimento, como evitá-lo, como vivê-lo? Lição de vida, meu Deus! Tão crua, tão próxima, tão bem entendida (ou não), tão presente, tão bela!
Mudei de nome neste encontro, agora sou o Jorge Madalena Fernandes, um taoista emotivo.
O conhecimento, a iniciação, o despertar, a meditação têm servido muito bem como tranquilizadores; métodos milenares que funcionam e resolvem. A oração também, embora eu não saiba rezar como fazem a maioria das pessoas; converso muito comigo mesmo, um sonhador utópico.
Agostinho da silva dizia que a utopia é algo que ainda não aconteceu mas existe a possibilidade de isso acontecer…”

Jorge Fernandes

domingo, 4 de dezembro de 2016

O dia seguinte - 8º Encontro Anual de ReiKi



Queridos Colegas

As ondas da ressonância sobre o dia de ontem começam a chegar por vários meios, e curiosamente dizem: “este foi o melhor Encontro de todos”, acontece que temos em arquivo a mesma expressão referente ao ano passado, ao anterior, e ao anterior, etc. etc.
Isto apenas significa e demonstra o aprimoramento de todos nós (todos) de ano para ano.
Significa, que o brilho de cada partilha e do seu emissor é cada vez mais intenso.
Significa algo ainda mais profundo, que a capacidade de percepção e de saber receber, adquire uma radiância maravilhosa em todos aqueles que se abrem à mesma.
Quaisquer palavras minhas ficariam sempre aquém do especialíssimo dia com que fomos abençoados ontem.
Todos fomos emissores e todos fomos receptores.

Gratidão, Gratidão, Gratidão…

Maria Adelina






terça-feira, 29 de novembro de 2016

Chuva de bênçãos para todos


Caríssimos Colegas:

É sob a égide deste símbolo, a Lemniscata que alguns de nós se vão reunir em dádiva e sinergia no próximo sábado no 8º Encontro Anual de ReiKi.
Que do Infinito se derramem bênções sobre todos. Recomendamos um bom exercício que é traçar a lemniscata no ar com varetas de incenso para harmonizar a energia de pessoas e ambientes.

Namastê

Maria Adelina



Lemniscata, sabe o que é?



Lemniscata é a designação do poderoso símbolo que conhecemos por 8 deitado ou Símbolo do Infinito.
O Santo Oito simboliza o Caduceu de Mercúrio e representa os dois cordões ganglionares que esotericamente se enroscam na medula espinal e que são: Ida e Pingala, as duas testemunhas, as duas oliveiras, os dois castiçais que estão diante do trono do Deus da terra.
Pelo cordão da direita, sobem os átomos solares e pelo da esquerda, os átomos lunares.
Estes átomos solares e lunares levantam-se desde nosso sistema seminal. O fogo do Flagetonte e a água do Aqueronte entrecruzam-se na Nona Esfera, formando o Signo do Infinito.
F mais A igual a C. Fogo mais água é igual a consciência.
Aquele que meditar no Signo do Infinito, utilizará o fogo e a água para despertar a consciência.
A representação do Infinito é a forma do que não terá fim. Tempo e Espaço se mesclam na indefinição do que foi, é e sempre será. A forma se expande, se afunila, cruza-se, as posições se invertem, o que já foi é, e o quem será já terá sido. Usar o símbolo do Infinito significa a aceitação daquilo que não podemos compreender mas de que fazemos parte, pois se como mortais somos finitos, nosso espírito permanece na linha do Infinito evoluindo até a Eternidade. Um dos anéis de lemniscata é a jornada do nascimento à morte, o outro da morte ao novo nascimento.
O ponto central é considerado o portal entre os dois mundos. Essa figura aparece em antigos desenhos celtas e no caduceu (cetro) de Hermes, o deus grego da comunicação (que leva as mensagens dos mortais para os deuses).
Na antroposofia (filosofia espiritual sistematizada pelo austríaco Rudolf Steiner no século 19), a lemniscata ocupa um papel central porque representa o equilíbrio dinâmico, perfeito e rítmico do corpo. 


Carlos Aragão

Avatar Chacras - deliciosa forma de aprender e recordar

domingo, 20 de novembro de 2016

Balanço de Gratidão



Queridos Colegas

Expresso profunda gratidão a todos os presentes em mais uma maravilhosa tarde de estudo que decorreu no passado sábado. O tema, forte e complexo, tornou-se numa partilha fluída, equilibrada, sustentada por todos como uma unidade harmoniosa e muito proveitosa.
Nada mais que a finalidade e razão da existência deste trabalho mensal, ao concluirmos a 34 Demanda do Eu, o balanço preenche o meu coração, e sei que este sentir é comum a todos os participantes. A todos, e especialmente à nossa Egrégora a minha gratidão plena.
Esta Demanda foi a última do corrente ano, em Dezembro não haverá Demanda do EU. Reiniciamos em Janeiro de 2017 já com data e tema em agenda.
Lembro que estas tardes de estudo são abertas a todos os que delas queiram fazer parte.
A próxima Demanda do EU será a 21 de Janeiro de 2017 com o tema:
Estado Vibracional – A Nossa Pegada Cósmica

Abraço pleno


Maria Adelina

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Testemunhos - Marta Sobral (este, mais que um testemunho é um conto de encantar) Obrigada Marta

Olá Adelina

Ontem depois de estar consigo fomos ter com uns amigos do Zé a Lavra, em Matosinhos. Quando lá cheguei os netos desses amigos tinham apanhado um passarito na praia, que não se mexia, mais concretamente, como depois vimos um “borralheiro de coleira interrompida”. Tentamos dar-lhe de comer, mas não surtiu efeito. Bebeu a água. Vi que não me parecia magoado, mas não voava, nem se mexia, e como não sabia o que lhe fazer informei-me e fiquei a saber que o Parque Biológico de Gaia recebe aves no centro de recuperação. Ficou combinado com as crianças que depois do almoço levaríamos o passarito lá, para tratarem dele. Entretanto peguei-o com as minhas mãos, senti-lhe o medo a ser substituído por um crescente conforto, como se depreendia pelo apaziguar dos batimentos do seu pequeno coração. Aninhei-o e envolvi-o entre os chacras das minhas mão e apliquei-lhe Reiki, sentindo de imediato uma comunhão com aquele ser, como se ele se transformasse numa extensão de mim, sentindo o conforto que lhe transmitia. Ficou assim algum  tempo, aninhando-se e ajeitando-se cada vez mais no colo das minhas mãos, à medida que se sentia mais seguro e confortável. Fomos almoçar e ele lá ficou, ainda sem se mexer. Quando estávamos a acabar o almoço o Rodrigo, uma das crianças, veio ter comigo dizendo-me que o passarito já lá não estava. Fui confirmar e de facto tinha levantado asas e voado. Desejei que o seu voo fosse confiante e que o levasse para lugar seguro. Subitamente senti um alívio ao ser-me rememorado o conforto que aquele ser tinha sentido quando o coloquei entre as minhas mãos, invocado a energia do Reiki para que o seu Bem Superior se concretizasse por sua acção, pedindo aos anjos do Reiki que fosse dada uma outra oportunidade àquele ser tão frágil, filho da Natureza de onde tal energia emana. Ao rememorar essa intuição do conforto sentido por aquele ser, apreendida naquele fugaz momento em que, aninhado no colo das minhas mãos,  fomos Um em comunhão de energia, soube que naquele momento a sua sorte tinha sido ditada e que iria ficar bem. E eu senti uma satisfação tão grande que nada que seja palpável ou material pode substituir (quase comparável ao alívio do Zé por não ter sido necessário interromper o convívio para ir levar o pássaro ao parque Biológico) J e que nem o facto de me olharem como a “tolinha pelos animais” foi capaz de me incomodar. Se eles soubessem a satisfação sentida pelo bem feito, desejariam certamente serem tolos por um dia.
Só posso agradecer ao Reiki, a si, aos companheiros de Caminho e de Demandas ser capaz de ter consciência das bênçãos que as minhas mãos podem transmitir e de ter coragem de as usar quando sinto ser necessário, sem receio do que possa parecer aos demais. Obrigada por me ter feito chegar aqui.
Constato agora que  aquele pequeno pássaro proporcionou-me uma bela oração, quando leio as palavras que escreveu a propósito do tema “link: ….. eu não rezo!…Eu falo, converso, rio, choro, ouço, aprendo, com a nossa família estelar, amorosos guardiões daquilo em que depomos a nossa intenção pelos cuidados, reconhecimento, amor, gratidão, respeito!. Seja a uma flor, um pássaro, uma pessoa, ou qualquer forma da criação”.
Que esta partilha seja inspiradora de outras formas simples e sinceras de oração.


Um xi coração
Marta


domingo, 13 de novembro de 2016

Demanda do EU - Novembro




Caros/as  Colegas foquemos por um minuto o nosso amor e energia na querida colega e amiga Adelaide (Lai) a quem hoje tocou viver a experiência da perda.
As palavras são sempre a mais em momentos de luto, mas nunca é demais o abraço de consolo a quem o sofre. Abraço querida  Adelaide