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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

O compromisso faz acontecer...este princípio é aplicável a tudo na vida


Todos os ensinamentos, não só nos cursos como todos os dias em que em modo virtual enviamos Formação, existem Princípios que são Lei Universal:
- Tudo o que almejamos por merecimento e esforço evolutivo vem a nós sem que nenhuma condição o possa impedir
- Quando de todo coração irradiamos vontade e compromisso para a realização de algo que conscientemente priorizamos, nenhuma condição (tempo, distância, custo, etc, etc, etc,) consegue impedir a sua realização
- Mesmo que aparentemente tudo nos parece barreira intransponível, existindo a certeza da escolha, pela verdade integral da mente e da alma expressa pelo que se realiza, a barreira é apenas fumo, contra-fluxo

Receber formação em ReiKi (o verdadeiro ensinamento do ReiKi) é uma Dádiva, uma Bênção, que não devia ser segunda escolha no calendário, ou ser condicionada por qualquer pretensa limitação. 

O Universo não precisa de muitos reikianos, precisa sim de ReiKianos conscientes, que validem o dom que lhes foi outorgado pela via da auto-aplicação, da dádiva aos demais, e do processo de aprofundar e integrar pelo estudo e pela prática, as infindáveis  e infinitas possibilidades e capacitação do ReiKi.


Maria Adelina



sábado, 1 de setembro de 2018

SAMURAI - O Princípio dos Princípios




O mais sagrado Princípio, aquele que engloba todos os demais, aquele que a alma busca incessantemente alcançar, é “Samurai”, esta expressão significa “Aquele que Serve”.



“Só dando se recebe, e cada qual recebe pelo alqueire (qualidade e quantidade) do que dá”

Este conceito está longe de ser compreendido, mas vai abrindo trilho, na mesma proporção que se expande a consciência da humanidade, devagar, devagar…
A postura normal e da maioria é o contrário, duma forma inconsciente busca-se tão só o receber, o que aproveitar, o que possa ser útil aos desejos, à carência energética, ao egoísmo. Mas nós somos estrelas em ascensão, mais ou menos opacas, e é de todas o destino aprimorar o seu brilho, mais e mais…
A simplicidade do uso e incorporação deste Princípio que também se pode chamar Consciência Crística é total, basta apenas fazermos de cada segundo da nossa vida ferramenta de doação e entrega. Em qualquer evento, participação, convívio, trabalho, expressar com todo o amor:
- Que posso eu dar de bom a esta situação?
- Que porção de luz, paz, cuidados, trabalho, serenidade, dou de mim ao local, ao evento, às gentes com quem estou?
- Que qualidade energética partilho neste momento, hora, dia, com quem interajo? Cuidei da limpeza da minha aura, tal como cuidei do exterior para me juntar aos demais? Sou criterioso (via lucidez consciencial) nas escolhas do que faço, sem me deixar envolver na onda do que a maioria faz? Sou autêntico nos pareceres sem o açaime do medo da reacção dos outros? Cultivo o amor que me rodeia para que floresça noutras e maiores searas?
Sou guardião do meu Sacrário, Cristo em mim?
Cristo… o maior dos Samurais, serviu “in extremis” dando exemplo de compaixão ao Céu, por acreditar na elevação da raça humana.
Cristo, que clama no mais íntimo de cada um de nós: não me aprisiones mais, deixa-Me sair, de ti…



Maria Adelina



sexta-feira, 13 de julho de 2018

Doenças da Alma -


Amigos vivemos tempos de grande desarmonia planetária e astral geradores de profundos conflictos psico/emocionais que atingem milhões de pessoas. Ainda que as "doenças da alma" constem no CID (O CID 10, item F.44.3 )  da OMS, não existe suporte ou conhecimentos na medicina convencional para tratar estes casos. Estas situações são ainda agravadas pelo inúmeros "curandeiros/as" que por interesses escusos e enganadores títulos e rótulos promovem as pseudo curas levando o descrédito aos meios de transcendência de tais estados.
Recomendo a melhor atenção para mais esta lição de Mestre Omraam
A.

"Actualmente, é raro os médicos admitirem que certas perturbações psíquicas são provocadas por entidades do plano astral que se introduzem nos humanos para se alimentarem à sua custa e provocarem devastações neles. Na sua opinião, são elementos químicos que perturbam o funcionamento do psiquismo. É verdade, são elementos químicos, mas esses elementos químicos são a concretização da presença de espíritos malfazejos que o próprio homem atraiu inconscientemente. Esses espíritos pululam no mundo astral e, se lhes abre a porta, com as suas fraquezas e as suas transgressões, eles entram e provocam estragos. Estes factos são muito bem descritos em todos os livros sagrados, o que explica a importância dada pelas religiões aos ritos de purificação. Mas a medicina, que não compreende o sentido e a profundeza desses textos, teima em remediar com produtos químicos as perturbações criadas por uma vida desordenada. Não tratando as causas, ela contribui para que os humanos continuem doentes."


 MESTRE  OMRAAM  MIKHAËL  AÏVANHOV

domingo, 27 de maio de 2018

Pensamentos


Pensamentos

Os homens e as mulheres imaginam que, quando cedem às tentações, se satisfazem a si próprios.
Mas enganam-se, é para outros que eles estão a trabalhar.
Infelizmente, só se apercebem disso muito tarde.
Quando se sentem empobrecidos, enfraquecidos, vazios, compreendem que, durante toda a sua vida, trabalharam para outros e não para eles próprios.
Aquilo a que eu chamo "eles próprios" é a sua parte espiritual, que deve enriquecer-se, crescer, desenvolver-se continuamente.
Quanto aos "outros", são as entidades tenebrosas do plano astral, que se alimentam com os eflúvios malsãos produzidos pelos erros e pelos crimes dos humanos, e que os esgotam.
Por intermédio dos nossos actos, dos nossos sentimentos, dos nossos pensamentos e de todas as nossas emanações, estamos sempre a alimentar criaturas do mundo invisível.
E quando procuramos alimentar somente criaturas luminosas, fortalecemo-nos, crescemos interiormente, porque o nosso património espiritual aumenta com cada um dos nossos esforços para as satisfazer.

MESTRE  OMRAAM  MIKHAËL  AÏVANHOV




sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Era uma vez



Era uma vez 

- Era uma vez um jardim, com muitas plantas de todas as cores e feitios. Mas era um jardim diferente dos que conhecemos.

Dentre essas plantas, havia uma raça delas, que tinha a tarefa de, imaginem, regar as outras. A sua função era a de serem os depósitos da água/alimento de que o resto das plantinhas precisavam. Era a mais humilde das funções, e a mais nobre também.

Pelas funções que lhe cabiam essas plantas tinham hastes compridas, que podiam estender a seu bel-prazer até às nuvens, de onde retiravam o suprimento para encher os seus depósitos.

Reparei então, que no meio do jardim, uma dessas plantas se destacava, era alta, bela, luminosa e os seus ramos, de tanto exercício efectuado devido ao seu trabalho, eram mais compridos que os das outras e que com facilidade adentravam as nuvens, retiravam toda a água que precisavam, e lá voltavam a fazer o seu trabalho no meio das suas irmãs.

No entanto, essa facilidade e dom que tinha, começou a fazer-lhe pensar que todas as habitantes do jardim deveriam fazer o mesmo!
Que fosse cada uma buscar o seu alimento, pois ela tinha mais que fazer…bem podia aproveitar o seu tempo em explorar mais, pois quando os seus ramos iam buscar água ela sentia uma paz, uma alegria, uma felicidade incomparável que provinha do interior das nuvens.

Com o tempo, ia demorando mais tempo em cada viagem para ir recolher a água, e cada vez, se esticava mais e mais para poder ver e sentir o que estava para lá do interior das nuvens. E foi-se convencendo de que o seu lugar era lá, nesse fofo mundo de algodão! Que o seu trabalho no jardim estava aquém das suas capacidades, que assim como ela, as outras tinham que crescer por elas próprias e irem recolher o seu alimento.

Os dias passavam, e as hastes da plantinha esticavam cada vez mais, e o chamado do alto era cada vez mais apelativo.
Nesse entretanto, foi descuidando a sua tarefa de regar as outras habitantes do jardim, e elas começaram a secar.
Um dia, essa planta despertou com uma estranha sensação, as suas belas e compridas hastes estavam ressequidas - não tinha força para as elevar – olhou para o alto, a distância até às nuvens era intransponível pois ela própria estava mirrada.
Foi então, que voltou os seus olhos para o chão, para a terra, e reparou em algo para o qual nunca se tinha dado ao trabalho de ver:
 - Naquele jardim, todas as plantas tinham as suas raízes entrançadas, cada uma com o seu caule e características únicas, mas a raiz matriz era uma só.
- Apercebeu-se que o suprimento de água que diariamente trazia para as suas irmãs, as mantinha vivas, mas também vivificava a raiz comum que era também a dela própria.
- Apercebeu-se também que as outras plantinhas que estavam ligadas a ela, e que ela deixara de alimentar, estavam já a ser supridas amorosamente, por outras que tinham as mesmas funções que ela tivera e que o trabalho e a vida de todas as plantas do jardim tinham funções diferentes, mas todas elas importantes para o bem comum.
- Apercebeu-se por fim que de tanto se esticar para chegar ao mundo das nuvens, as suas raízes cederam, desprenderam-se da raiz comum…por isso, e para isso morria, doando os seus fluidos á terra para de novo renascer, e numa próxima função, entender que tudo e todos tem a sua valia, que tudo é Uno.
As nuvens, lá do alto, olharam-na com compaixão.
Com gotinhas de água cristalina a rodearam e reanimaram, e em coro as suas vozes murmuravam:
 
Tudo é UNO – Na tua essência és o Todo –
O Todo está em Ti
O Absoluto é composto por todas as células de vida
Não Corras Para Ele – Faz o Caminho Com Ele
 
Abraço fraterno a todas as plantas do jardim.

A.

Fevereiro 2010